Polícia
Polícia Civil prende três homens suspeitos de roubo à empresa em VG
Polícia
Uma investigação realizada pela Polícia Civil culminou na prisão de três homens suspeitos de envolvimento em um roubo praticado em julho deste ano, em Várzea Grande. A ação policial foi realizada nesta segunda-feira (22.12).
Na ação, desencadeada pela Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA), foi dado o cumprimento a sete ordens judiciais, expedidas pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, sendo quatro mandados de busca e apreensão e outros três de prisão temporária.
Outros dois envolvidos já haviam sido identificados e presos, em flagrante, no dia do crime, ocorrido em 21 de julho de 2025. A partir da prisão, por meio de trabalho técnico e aprofundado de inteligência realizada pela DERFVA, a Polícia Civil conclui os trabalhos, com a identificação e prisão de todos os cinco suspeitos de envolvimento no roubo.
Todos os suspeitos presos foram interrogados e devem ser indiciados por roubo majorado, extorsão e associação criminosa.
O crime
No dia do roubo, três indivíduos armados invadiram a empresa no início da manhã, rendendo e trancando dez funcionários em cômodos internos, sob ameaça e agressões físicas.
Na ação criminosa, os suspeitos roubaram um veículo Nissan Frontier, além de bens como notebook, televisões, celulares e cartões bancários das vítimas, que ainda foram coagidas a realizar transferências bancárias, caracterizando também o crime de extorsão.
A comunicação imediata das vítimas, diligências continuadas e aplicação de técnicas policiais permitiram o avanço da investigação e a identificação da cadeia criminosa.
Trabalho investigativo qualificado
Após a prisão dos dois primeiros autores, a equipe da DERFVA desenvolveu investigações avançadas, o que possibilitou identificar o segundo núcleo operacional da quadrilha, revelar o envolvimento de três novos suspeitos, comprovar uso de cartões roubados em compras eletrônicas, identificar o veículo utilizado como apoio logístico, mapear as movimentações bancárias ligadas ao pix realizado no momento do crime, bem como comprovar a participação dos investigados em transações fraudulentas e movimentações financeiras atípicas.
Todo o conjunto probatório subsidiou a representação judicial que resultou nas prisões e buscas cumpridas nesta manhã de forma exitosa.
“Este trabalho demonstra o alto nível técnico das investigações produzidas pela DERFVA. Todos os autores diretos do roubo foram identificados e presos, garantindo a conclusão do caso com eficiência e segurança, reafirmando a tolerância zero do Estado de Mato Grosso contra organizações criminosas. Estamos concluindo este inquérito com provas sólidas e trabalho de inteligência que fortalece a confiança da população na Polícia Civil”, destacou o delegado responsável pela condução da investigação, Ricardo Franco.
Situação atual e andamento processual
Os suspeitos devem ser indiciados por roubo majorado, extorsão e associação criminosa.
Os materiais apreendidos hoje, incluindo celulares e documentos, serão encaminhados para análise técnica e perícia, permitindo o encerramento do inquérito com responsabilidade individual definida de cada integrante da quadrilha.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Polícia Civil prende mulher investigada por integrar facção criminosa em Cuiabá
A Polícia Civil deflagrou a segunda fase da Operação Bodas de Prata, voltada ao enfrentamento ao tráfico de drogas em larga escala, associação para o tráfico e organização criminosa com atuação interestadual.
A ação foi desencadeada, nesta quinta-feira (15.1), pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc) e culminou na prisão de uma mulher, de 39 anos, no bairro Jardim Eldorado, em Cuiabá.
Além da prisão, a equipe policial procedeu ao cumprimento do mandado de busca e apreensão, no bairro Dr. Fábio, também na Capital.
Investigação
As investigações tiveram início em outubro de 2021, após a apreensão de 22 tabletes de pasta base de cocaína e dois tabletes de cloridrato de cocaína, totalizando aproximadamente 24 kg de entorpecentes, durante abordagem realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na ocasião, a droga estava oculta na porta de um veículo, e a condutora foi presa em flagrante. A partir desse evento, a Polícia Civil passou a investigar a origem, logística, financiadores e destinatários da droga, identificando um grupo criminoso estruturado, com atuação reiterada no transporte de entorpecentes provenientes da região de fronteira para a capital mato-grossense, com posterior distribuição para outros estados brasileiros.
Primeira Fase da Operação
Com o avanço das investigações, foram identificados sete suspeitos, entre eles o líder da organização criminosa, responsável pela coordenação das atividades ilícitas.
De acordo com o trabalho investigativo, o grupo utilizava uma chácara, localizada na região metropolitana, como ponto de armazenamento e preparação da droga, antes de sua redistribuição.
Em razão dos elementos probatórios reunidos, foi deflagrada, em 9 de agosto de 2024, a primeira fase da Operação Bodas de Prata, ocasião em que foram cumpridas 21 ordens judiciais.
Nome Operação
O nome da operação faz referência ao principal investigado, que afirmava atuar há mais de 25 anos na Bolívia, indicando sua longevidade no transporte internacional de drogas.
O suspeito já havia sido preso em outras oportunidades por crimes relacionados ao tráfico de drogas, corrupção ativa e evasão de divisas.
Desdobramentos Investigativos
Após a deflagração da primeira fase, as investigações prosseguiram com a análise aprofundada do material apreendido, cujo conteúdo revelou novas associações criminosas, reiteração delitiva e continuidade das atividades ilícitas, mesmo após as prisões realizadas.
A partir de novos elementos de informação, foram identificados outros vínculos com integrantes de organização criminosa, além de registros de movimentações financeiras e novas tratativas relacionadas ao tráfico de drogas, o que culminou na representação por novas medidas cautelares.
Diante desse cenário, foi deflagrada a segunda fase da Operação Bodas de Prata, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar e mandado de prisão preventiva.
“A Operação Bodas de Prata segunda fase está inserida dentro da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Policia Civil de Mato Grosso para o enfrentamento ao crime organizado, dentro do Programa Tolerância Zero do Governo para combate à atuação de facções criminosas no Estado, reforçando a confiança da população em continuar denunciando e no combate ao crime organizado e ao combate ao tráfico de drogas. Além disso, denúncias que podem ser realizadas via Disque 181”, explicou o delegado André Rigonato.
As investigações permanecem em andamento.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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