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FICCO/AL desarticula esquema de fraudes bancárias em Alagoas

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Maceió/AL. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (FICCO/AL) deflagrou, nesta quarta-feira (25/2), a Operação Contrato Final para desarticular um grupo especializado em fraudes bancárias e lavagem de dinheiro. A ação contou com apoio do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL).

Foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva nas cidades de Maceió, Coruripe e São Luís do Quitunde.

A investigação aponta que a organização, liderada por empresários e com a participação de um gerente da Caixa Econômica Federal, utilizava documentos falsos e empresas de fachada para obter empréstimos. Além disso, a Justiça determinou o sequestro de bens e o afastamento cautelar do agente público.

Um desdobramento da investigação revelou que o esquema envolvia a contratação de seguros de vida em nome de pessoas em situação de vulnerabilidade. 

Durante as diligências, que contaram com o apoio operacional da Polícia Militar de Alagoas, foram apreendidos veículos de luxo, armas de fogo e equipamentos eletrônicos. Os investigados poderão responder por lavagem de capitais, estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e fraudes financeiras.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar e Polícia Penal do estado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Estado de Alagoas SR/PF/AL

Fonte: Polícia Federal

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PF deflagra operação contra abuso sexual infantojuvenil em Sinop/MT

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Sinop/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (26/2), a Operação DarkShare II, com o objetivo de reprimir a aquisição e o armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. Os policiais cumprem um mandado de busca e apreensão em Sinop/MT, expedido pela 1ª Vara Criminal do município.

As investigações apontam que o suspeito adquiria e compartilhava pela internet os arquivos ilícitos. A busca desta quinta-feira (26/2) visa colher novas provas para a investigação. O material apreendido passará por perícia. 

Nomenclatura e alerta

Embora o termo “pornografia” ainda seja utilizado em nossa legislação (art. 241-E da Lei nº 8.069, de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente) para definir “qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais”, a comunidade internacional entende que o melhor nessas situações é referir-se a crimes de “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou mesmo “violência sexual de crianças e adolescentes”, pois a nomenclatura ajuda a dar dimensão da violência infligida nas vítimas desses crimes tão devastadores.

Além disso, a Polícia Federal alerta aos pais e aos responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. Conversar abertamente sobre os perigos do mundo virtual, explicar como utilizar redes sociais, jogos e aplicativos de forma segura e acompanhar de perto as atividades on-line dos jovens são medidas essenciais de proteção. Estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, pode ajudar a identificar situações de risco.

É igualmente importante ensinar às crianças e aos adolescentes como agir diante de contatos inadequados em ambientes virtuais, a fim de reforçar que podem e devem procurar ajuda. A prevenção é a maneira mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar de crianças e de adolescentes, e a informação continua sendo um instrumento capaz de salvar vidas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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