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Operação em VG mira empresários que causaram prejuízo de R$ 640 mil por furto de energia

Ao todo, 11 empresários foram presos, sendo que uma empresária também foi autuada por exploração sexual de adolescentes

Redação
Por: Redação Fonte: Polícia Civil - MT
08/05/2026 às 15h00
Operação em VG mira empresários que causaram prejuízo de R$ 640 mil por furto de energia
Polícia Civil - MT

A Polícia Civil deflagrou, nessa quinta-feira (7.5), a Operação Circuito Fechado, para fiscalizar 15 estabelecimentos comerciais em Várzea Grande suspeitos de furto de energia elétrica.

Os estabelecimentos, bares, boates estacionamentos e um motel, estão situados nos bairros São Matheus, Eldorado, Canelas, Parque Del Rey e Nova Suíça. Juntos, os comércios geraram um prejuízo patrimonial para a Energisa (concessionária responsável pela distribuição da energia em Várzea Grande) de aproximadamente R$ 640 mil.

Ao todo, 35 policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), nove peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e 50 funcionários da Energisa participaram da operação.

A operação resultou na prisão em flagrante de 11 empresários pela prática de furto de energia elétrica qualificado pela fraude.

Além disso, a proprietária de um estabelecimento comercial situado no bairro Nova Suíça também foi autuada pelos crimes de casa de prostituição e exploração sexual de adolescente, visto que foram encontradas duas adolescentes em situação de prostituição no local, consumindo bebida alcoólica e ambas gestantes.

“As operações de combate ao crime de furto de energia elétrica não objetivam apenas a repressão de um crime patrimonial, mas representam o cuidado com a sociedade, já que o furto de energia elétrica representa risco concreto de incêndio, os quais podem ser fatais. Ademais, se o trabalhador de baixa renda é obrigado e se esforçar para pagar a energia elétrica todo mês, é inadmissível que o empresário dê calote na empresa e no Estado. Outrossim, durante as diligências policias, outros crimes estão sendo alvos de repressão”, afirmou a delegada Elaine Fernandes Sousa, titular da Derf.

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