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Polícia Penal apreende visitantes com entorpecentes na penitenciária de Rondonópolis

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Policiais penais da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, impediram, neste domingo (4.1), a entrada de drogas na unidade prisional ao flagrar três visitantes transportando maconha durante a revista eletrônica. O entorpecente estava oculto na região íntima das suspeitas, que foram detidas e encaminhadas às providências legais.

Além dessa apreensão, durante o período de ano novo, as equipes da Polícia Penal registraram outras ocorrências de tentativa de entrada de materiais ilícitos na penitenciária de Rondonópolis.

No primeiro dia de 2026, policiais penais flagraram uma motocicleta entregando material proibido para um dos apenados que fazia limpeza na área externa da unidade prisional. A equipe fez a abordagem e revista, para detecção do objeto, contudo, o motorista empreendeu fuga.

No dia 29 de dezembro, os policiais penais detectaram um aparelho drone sobrevoando a penitenciária, com objetivo de lançar um pacote com materiais ilícitos dentro do raio 2 da unidade. A equipe penal da penitenciária imediatamente se deslocou para a ala, e realizaram revistas minuciosas nas celas para detecção do objeto.

Em razão das festividades de fim de ano, a direção da unidade intensificou as revistas e sentinelas nos perímetros externos e internos, com o objetivo de coibir qualquer atividade de entrada de materiais ilícitos na penitenciária.

*Com supervisão da jornalista Raquel Teixeira

Fonte: Governo MT – MT

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Sérgio Ricardo cobra melhorias no serviço antes de renovação da concessão com Energisa

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Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Conselheiro destaca importância do tema para o crescimento do estado. Clique aqui para ampliar

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, cobrou uma série de melhorias na infraestrutura energética do estado como condição para a continuidade do contrato com a Energisa-MT. A renovação da concessão, prevista para 2027, deve garantir metas de investimentos no serviço, apontado como entrave à industrialização e ao desenvolvimento do estado.

De acordo com Sérgio Ricardo, a baixa qualidade da rede elétrica tem limitado a industrialização.  “Em Cuiabá, por exemplo, no Distrito Industrial, a energia elétrica é de péssima qualidade. Poucos municípios têm energia trifásica. Não tem como uma indústria se instalar se não houver energia trifásica. Não há desenvolvimento sem industrialização, que é o que gera emprego.” 

Desta forma, o estado perde a atratividade para novos empreendimentos, o que amplia também as desigualdades entre as regiões. “A ausência de um fornecimento de energia condizente com as necessidades do estado impacta diretamente o atraso do desenvolvimento produtivo. A concessionária de energia tem grande responsabilidade no fato de Mato Grosso seguir com baixa industrialização”, acrescentou. 

Em 2025, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um termo que autoriza a renovação dos contratos de distribuição por mais 30 anos para as concessionárias com vencimento entre 2025 e 2031. Apesar de prever critérios como exigência de indicadores mínimos de continuidade do fornecimento, resiliência das redes e satisfação dos consumidores, a proposta vem sendo questionada. 

Com cerca de 1,56 milhão de unidades consumidoras, Mato Grosso tem a terceira tarifa média de energia mais alta do país, de R$ 1.048 por megawatt-hora (MWh), segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025. Ainda assim, um estudo recente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT) endossa a fala do presidente, de que a má qualidade do serviço vem impedindo o avanço da economia mato-grossense.

Nesta semana, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) encaminhou ao Ministério de Minas e Energia (MME) um relatório com denúncias sobre falhas recorrentes no fornecimento de energia. O documento, elaborado a partir de audiências públicas, deve subsidiar a análise do governo federal sobre a renovação da concessão ou a eventual adoção de um novo modelo de distribuição.

Para Sérgio Ricardo, um dos pontos centrais a serem considerados neste processo é a falta de linhões e de rede trifásica no interior. “Até hoje, nesses 30 anos de concessão, a Energisa não conseguiu universalizar energia com qualidade no estado. Então este é um assunto que precisa ser discutido com muita profundidade e que será acompanhado ainda mais de perto pelo TCE.”

Neste cenário, o presidente ressalta que, para além da expansão produtiva, as exigências de melhoria envolvem a redução das desigualdades e a qualidade de vida da população. “Temos que discutir o amanhã de Mato Grosso, que é um estado rico cada vez mais pobre. Não há outro caminho senão promover crescimento e desenvolvimento, pensando em um processo que alcance todos os municípios”, concluiu.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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