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Viva Maria: Mangueira leva Amazônia à Sapucaí

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Olá, amigas e amigos deste nosso programa, que nesta edição saúda as escolas de samba campeãs do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, que estarão de volta amanhã à Marquês de Sapucaí.

Ao som dos tambores do Marabaixo, Viva Maria saúda o Mestre Sacaca, o grande homenageado da Estação Primeira de Mangueira neste carnaval! E, para que possamos melhor entender esse enredo que classificou oficialmente a escola no Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, vamos chamar a participação da cantora e compositora Laura Silva, que, com a força do Marabaixo, resgata a resistência e a ancestralidade do povo negro a partir da história de sua família.

Laura é uma grande marabaixeira que, não por acaso, mora no tradicional bairro do Laguinho, na capital amapaense, perto do Centro de Cultura Negra. Mas, excepcionalmente hoje, ela fala com a gente direto de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Chegou, a Mangueira chegou!
Chegou, a Mangueira chegou!


Fonte: EBC Cultura

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10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura

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Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.

O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.

Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.

Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.

Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.

Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.


Fonte: EBC Cultura

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