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Viva Maria celebra o Dia Nacional do Livro com poesia

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Oi, oi, gente amiga deste nosso programa que, mais do que nunca, abre o livro! E isso porque hoje é o Dia Nacional do Livro, em homenagem à Biblioteca Nacional do Brasil, fundada em 29 de outubro de 1810.

E aqui estamos nós para lembrar a importância não só dessa biblioteca, mas, acima de tudo, do livro — que é sempre o nosso horizonte, a luz que nos guia nessa vida. Principalmente quando a poesia (que dizem, salva!) nos socorre nos momentos mais perversos.

E o mais interessante é que, justo hoje, estou com a incumbência de apresentar a vocês a Fran Cerqueira, organizadora da III Antologia da AESSP — Associação de Escritores do Sul e do Sudeste do Pará.

E, para o nosso contentamento, nessa coletânea está aquele poema que a gente já sabe até de cor, da querida Kennya Silva, nossa Maria Quarqué, que pela primeira vez ganha as páginas de um livro!

Em nome de todas as Marias que aqui estão aplaudindo nossa poeta, agradeço a presença de Fran Cerqueira, que conversa com a gente sobre a organização da antologia, bem como sobre a temática escolhida: “A poesia contra toda violência ao feminino.”


Fonte: EBC Cultura

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Arte Sacra: Iphan lança livro sobre conjunto de esculturas devocionais

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O IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, lança nesta terça-feira o livro A Escultura Religiosa no Rio de Janeiro Colonial: 1565-1821 – Através dos inventários do Iphan e do Inepac. A obra  sistematiza, de forma inédita, o amplo conjunto de esculturas devocionais inventariado pelo Iphan e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural nas últimas décadas. O acervo reúne peças de ordens religiosas, antigas freguesias e irmandades urbanas do estado do Rio de Janeiro. 

O livro é resultado de anos de pesquisa em igrejas, arquivos e coleções públicas e privadas, e reúne dados que revelam a pluralidade de escolas e influências que moldaram a cultura fluminense. 

Um dos objetivos da publicação é preencher uma lacuna nos estudos sobre a arte sacra no Brasil, tradicionalmente concentrados nas grandes capitais e menos atentos às cidades do interior.

O museólogo e técnico do Instituto, Rafael Azevedo, autor do livro, fala sobre a importância da obra:

“Durante muito tempo, pouco se pesquisou, publicou sobre esse legado da história da arte brasileira que percorreu aí três, quatro séculos da nossa história e deixou um repertório de esculturas, talhas, pinturas e até objetos integrados à arquitetura de características ornamentais como forros, retábulos, sanefas, portadas decoradas da melhor qualidade.”

O especialista também cita alguns destaques da publicação:

“Há grandes obras do Mestre de Angra, do Mestre de Iguaçu, do Mestre Valentim e de tantos outros importantes artífices da história da arte produzida no período colonial no Brasil. Mas, além disso, o que conseguimos diagnosticar, a partir dessa pesquisa, é o repertório diverso e singular de cada região do estado do Rio de Janeiro.”

Disponível no site do Iphan na versão e-book, a publicação tem mais de 580 páginas e centenas de fotografias. Reúne ainda análises detalhadas de mais de 450 objetos, entre talhas, esculturas e bens culturais.

Além disso, o projeto está em expansão: já está em preparação o próximo livro, dedicado à Antiga Capitania Real da Bahia de Todos os Santos, seguido de estudos sobre Pernambuco, Alagoas e Paraíba.


Fonte: EBC Cultura

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