Cultura
Três filmes brasileiros são premiados no Festival de Berlim
Cultura
O Brasil conquistou três prêmios no 76º Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), na Alemanha.

- “Feito Pipa”, de Allan Deberton: venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri Internacional;
- “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, de Janaína Marques: recebeu o Prêmio do Júri de Leitores do Tagesspiege;
- “Narciso”, de Marcelo Martinessi: eleito o Melhor Filme pela Federação Internacional de Críticos de Cinema.
O Ministério da Cultura destacou que os dez filmes brasileiros exibidos na Berlinale tiveram boa recepção durante o festival. Para a secretária do audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, as salas cheias e a boa recepção do público europeu refletem o momento positivo do setor.
“A Fabulosa Máquina do Tempo” foi aplaudida na sessão de abertura, e a animação “Papaya” despertou grande interesse do público infantil.
Nove dos filmes brasileiros presentes no festival receberam recursos de políticas públicas federais, como a Lei Paulo Gustavo, a Política Nacional Aldir Blanc, e incentivos da Agência Nacional do Cinema, do Fundo Setorial do Audiovisual, além de apoios estaduais e municipais.
Cultura
10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura
Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.
O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.
Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.
Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.
Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.
Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.
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