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Ruy Castro conquista o Prêmio Jabuti 2025

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Ruy Castro com “O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim” foi o grande vencedor do Prêmio Jabuti deste ano. A obra foi reconhecida como o Livro do Ano de 2025.

A homenageada da noite dessa segunda-feira (27), foi a jornalista e ex-presidente da Associação Brasileira de Letras, Ana Maria Machado.

O anúncio dos vencedores da principal premiação literária do Brasil, promovida pela Câmara Brasileira do Livro, aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Em sua edição de número 67, também venceram o Jabuti, Tony Belotto dos Titãs, na categoria Romance Literário, com Vento em setembro e Daniela Arbex, com Longe do Ninho, sobre a tragédia no Ninho do Urubu, na categoria biografia e reportagem.

Com um total de 4.530 obras inscritas, esta edição de 2025 premiou também vencedores em 23 categorias, distribuídas nos quatro eixos Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

A lista completa dos vencedores você pode conferir na página premiojabuti.com.br

A novidade foi a criação da “Categoria Especial – Fomento à Leitura”, dedicada a projetos realizados na cidade do Rio de Janeiro. O ganhador foi o projeto Rio Capital Mundial do Livro.

Os premiados de cada categoria receberam a tradicional estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil.

O vencedor do livro do ano, além da estatueta, recebeu R$ 70 mil e uma viagem à Feira do Livro de Londres.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Arte Sacra: Iphan lança livro sobre conjunto de esculturas devocionais

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O IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, lança nesta terça-feira o livro A Escultura Religiosa no Rio de Janeiro Colonial: 1565-1821 – Através dos inventários do Iphan e do Inepac. A obra  sistematiza, de forma inédita, o amplo conjunto de esculturas devocionais inventariado pelo Iphan e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural nas últimas décadas. O acervo reúne peças de ordens religiosas, antigas freguesias e irmandades urbanas do estado do Rio de Janeiro. 

O livro é resultado de anos de pesquisa em igrejas, arquivos e coleções públicas e privadas, e reúne dados que revelam a pluralidade de escolas e influências que moldaram a cultura fluminense. 

Um dos objetivos da publicação é preencher uma lacuna nos estudos sobre a arte sacra no Brasil, tradicionalmente concentrados nas grandes capitais e menos atentos às cidades do interior.

O museólogo e técnico do Instituto, Rafael Azevedo, autor do livro, fala sobre a importância da obra:

“Durante muito tempo, pouco se pesquisou, publicou sobre esse legado da história da arte brasileira que percorreu aí três, quatro séculos da nossa história e deixou um repertório de esculturas, talhas, pinturas e até objetos integrados à arquitetura de características ornamentais como forros, retábulos, sanefas, portadas decoradas da melhor qualidade.”

O especialista também cita alguns destaques da publicação:

“Há grandes obras do Mestre de Angra, do Mestre de Iguaçu, do Mestre Valentim e de tantos outros importantes artífices da história da arte produzida no período colonial no Brasil. Mas, além disso, o que conseguimos diagnosticar, a partir dessa pesquisa, é o repertório diverso e singular de cada região do estado do Rio de Janeiro.”

Disponível no site do Iphan na versão e-book, a publicação tem mais de 580 páginas e centenas de fotografias. Reúne ainda análises detalhadas de mais de 450 objetos, entre talhas, esculturas e bens culturais.

Além disso, o projeto está em expansão: já está em preparação o próximo livro, dedicado à Antiga Capitania Real da Bahia de Todos os Santos, seguido de estudos sobre Pernambuco, Alagoas e Paraíba.


Fonte: EBC Cultura

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