Cultura
Primeira marchinha, primeiro samba: conheça curiosidades do Carnaval
Cultura
O “Abre Alas”, de 1899, de Chiquinha Gonzaga, é considerada a primeira marchinha de Carnaval. Inicialmente influenciadas por marchas portuguesas e militares, as marchinhas evoluíram com humor e sátira. Enquanto o samba se popularizou com “Pelo Telefone”, em 1916. Trios elétricos surgiram em 1950 com Dodô e Osmar, que colocaram instrumentos amplificados em um caminhão. A primeira escola de samba, criada no Rio de Janeiro em 1928, foi a Deixa Falar, hoje Estácio de Sá. Os clássicos “Mamãe Eu Quero”, “Allah-la-ô” e “Me Dá Um Dinheiro Aí” estão entre as marchinhas mais tocadas até hoje.


Cultura
Começa nesta sexta, 6, a Mostra Internacional de Teatro de SP; confira
Começa, nesta sexta-feira, 6, a 11ª edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, que acontece em diversos teatros e espaços culturais da cidade. O evento reúne espetáculos nacionais e internacionais, oficinas, mesas de debate e atividades de formação.

São dez dias de programação, que começam com o espetáculo “História da Violência”, dirigido pelo alemão Thomas Ostermeier, que também está à frente de “Quem matou meu pai”, ambas adaptações de obras do escritor francês Édouard Louis. Figuram ainda, entre as apresentações internacionais, produções da Palestina, da República do Congo, do Canadá e da França.
Dentro do evento, acontece a MITbr, plataforma focada na circulação dos espetáculos nacionais. Um dos curadores, Francis Madson, comenta a força da cena brasileira hoje.
“São trabalhos que falam de quem somos, das nossas histórias, dos nossos territórios, das nossas lutas e também das nossas festas e formas de resistência. Entre os destaques estão o ‘TA – Sobre ser grande’ do Corpo de Dança do Amazonas, dirigido por Mário Nascimento, um espetáculo inspirado na cultura do povo Tikuna, que traz a força da ancestralidade e da natureza para o palco e também ‘Cabeça de Cabaças’, de Keila-Sankofa, uma obra potente que transforma o corpo em memória, em grito e também em afirmação”.
A mostra traz também o Grupo Sobrevento, que comemora 40 anos de pesquisa em animação de bonecos, formas e objetos com o espetáculo “Para Mariela”, sobre crianças imigrantes bolivianas no entorno da sede da companhia, no bairro do Belém, na zona leste de São Paulo.
O curador Francis Madson destaca a novidade, na programação noturna, de uma atividade de performance inédita.
“O Performa 12 Horas, que vai ser uma virada noturna, inédita, dedicada só à Performance, atravessando a madrugada com várias experiências artísticas. E o Conexões Centro-Oeste em parceria com o Itaú Cultural, fortalecendo o intercâmbio entre artistas e regiões do país”.
Neste sábado, o diretor alemão Thomas Ostermeier fala sobre a influência da sociologia no teatro e temas como pertencimento de classe como fonte de inspiração num encontro gratuito no Sesc Pinheiros, às 14h.
Informações completas sobre horários, locais e ingressos estão no site mitsp.org.
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