Cultura
No Rio, CCJF promove terceira edição do Mulheres em Cena
Cultura
O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), localizado no Rio de Janeiro, realiza, a partir desta terça-feira (3), a terceira edição do Mulheres em Cena, uma série de eventos culturais em homenagem às mulheres, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.

A programação conta com atividades literárias, teatro, música e cinema, abordando temas como memória, ancestralidade, denúncia, afeto e resistência.
Maria de Oliveira, da direção da Divisão de Cultura da instituição, reforça a ideia da mostra:
“O objetivo da mostra é afirmar o protagonismo feminino de uma forma estruturada e também crítica. Não se trata apenas de celebrar, mas de promover reflexões sobre memória, desigualdade, violência, resistência.”
Maria de Oliveira fala também sobre a origem do projeto:
“A mostra nasce de uma equipe de mulheres, sim, trazendo debates contemporâneos e a valorização da presença feminina na cultura. Desde o início, a gente pensa março como um marco na programação anual, mas com a intenção de que esse posicionamento não se encerre no calendário.”
O evento vai até o fim do mês, com algumas atividades pagas e outras gratuitas. A programação completa está no site ccjf.trf2.jus.br.
Cultura
10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura
Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.
O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.
Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.
Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.
Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.
Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.
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