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Jetski, Panamera e Vampirinha: as músicas do Carnaval de Salvador

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A cada verão, novos lançamentos musicais passam a embalar ensaios, pré-carnavais, até fazer os circuitos estremecerem. Em Salvador (BA), o ritmo que vai dominar os trios é sempre motivo de curiosidade, expectativa e até disputa entre artistas e foliões.

Nas ruas da cidade, muita gente arrisca o o palpite sobre qual música vai marcar a folia neste ano.

“Eu acho que é música de Tony Salles, Panamera

Vampirinha, de Ivete Sangalo”

A de Léo Santana, ‘passa o olhinho aqui no meu corpinho, amor. Ai!”

“A de Bell Marques.

“Então, eu tô achando que Jetski, de Pedro Sampaio e Melody vai bombar, viu?”

“Vampirinha é claro, né, meu amor? Vampirinha, com certeza, vai ser a música do Carnaval.”

Músicas antigas em alta

Ainda é cedo para cravar qual música vai bombar neste ano, mas o levantamento do Ecad aponta as músicas mais tocadas no Carnaval de Salvador em 2025. No topo do ranking aparece “O Verão Bateu em Minha Porta”, seguida de “Faraó, Divindade do Egito” e do clássico “Eva”, mostrando que músicas mais antigas continuam na moda.

Entre os artistas mais executados:

  • Ivete Sangalo,
  • Léo Santana, e
  • Durval Lellis.

Além de ditar tendências e revisitar canções que fizeram história, o Carnaval também move a economia das músicas. Segundo o Ecad, a Bahia foi o segundo estado do país que mais arrecadou direitos autorais durante o Carnaval do ano passado, responsável por 17% do total nacional.

Os dados reforçam a importância do pagamento dos direitos autorais, da valorização dos compositores e do reconhecimento de quem cria a trilha sonora da maior festa de rua do planeta.


Fonte: EBC Cultura

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10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura

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Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.

O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.

Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.

Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.

Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.

Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.


Fonte: EBC Cultura

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