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Festival de Dança de Joinville 2026 entra na reta final de inscrições

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Considerado o maior festival de dança do país — e do mundo, em número de participantes, de acordo com o Guinness Book – o Festival de Dança de Joinville (SC) entra na reta final do período de inscrições para a edição 2026.

O primeiro prazo de inscrições de coreografias e repertórios musicais será encerrado no dia 31 de março. Após essa data, começa um segundo prazo de inscrições, que vai acontecer entre os dias 1º e 6 de abril, com mudança no valor da taxa de inscrição. Os regulamentos para todas as modalidades de participação estão disponíveis no site do festival.

A organização do evento, que chega a sua 43ª edição, lembra que grupos que nunca participaram precisam, primeiramente, se cadastrar. Neste caso, o prazo acaba no próximo dia 24 de março.

Para se inscrever é só acessar a Área dos Grupos no site oficial, cadastrar ou atualizar as informações do grupo. Depois, inscrever a coreografia ou repertório musical, realizar o pagamento da taxa, informar o elenco e coreógrafos e enviar o vídeo para seleção. A data limite para envio do vídeo é 14 de abril.

Além da Mostra Competitiva, a programação conta com o Festival de Teatro Musical; o Festival Meia Ponta, que se propõe a revelar novos talentos; o Festival 40+, para os artistas veteranos acima dos 40 anos; o Festival da Sapatilha, competição que ocorre em palcos externos; além dos Palcos Abertos, com apresentações espalhadas por toda a cidade, e da Mostra Dança para Todos, que promove acessibilidade e inclusão nos palcos.

Na edição 2025, foram cerca de 400 mil espectadores e 15,3 mil participantes, além de mais de 3,5 mil cursistas e pouco mais de 3,3 mil coreografias apresentadas entre palcos abertos e mostras competitivas.

Todas as atualizações da programação, que ocorre entre os dias 20 de julho e 1º de agosto, estão disponíveis no site e redes sociais do evento.
 




Fonte: EBC Cultura

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10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura

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Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.

O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.

Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.

Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.

Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.

Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.


Fonte: EBC Cultura

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