Cultura
De samba a Beatles, 46 blocos agitam o Carnaval no Rio nesta segunda
Cultura
A capital fluminense espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua. A RioTour, empresa municipal do Rio, autorizou 462 blocos a desfilar no carnaval carioca. 

O carnaval do Rio de Janeiro mais uma vez leva milhões de foliões para as ruas da cidade nesta segunda-feira (16/2). São 46 blocos oficiais espalhados por toda a capital fluminense.
Entre os destaques, o Bloco Que Pena Amor, que saiu bem cedinho, logo pela manhã, no centro da cidade. E o Sargento Pimenta, famoso por tocar clássicos dos Beatles em ritmos carnavalescos como samba e marchinha, e que arrasta uma multidão de foliões na zona sul.
Mas a alegria não para por aí. À tarde ainda tem muita programação, como o Bloco das Divas, no Recreio dos Bandeirantes, e às 14h tem Carrossel De Emoções, na Glória. Às 17h é a vez do Bloco da Colônia, em Paquetá; e Ciganas Feiticeiras, de Olaria. A capital fluminense espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua.
A RioTour, empresa municipal do Rio, autorizou 462 blocos a desfilar no Carnaval carioca. A programação completa desta segunda-feira, você confere no site da Agência Brasil.
Cultura
10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura
Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.
O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.
Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.
Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.
Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.
Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.
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