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Dança à Deriva 2025 propõe imersão artística em São Paulo

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Sessenta artistas do Brasil, da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia e do México se reúnem a partir desta terça-feira (28) no Dança à Deriva 2025 – 12º Encontro Latino-Americano de Dança, Performance e Teatralidades.

O evento propõe uma imersão artística com atividades como apresentações, laboratórios e oficinas, no Complexo Cultural Funarte São Paulo até o dia dois de novembro.

A edição de 2025 traz como tema a internacionalização das produções nacionais e o intercâmbio cultural por meio de processos colaborativos.

Solange Borelli, idealizadora e coordenadora do festival, resume as atividades do evento.

“São atividades que acontecem pela manhã, à tarde e à noite. De manhã temos os laboratórios de criação, à tarde os conversatórios e fóruns, debates, e à noite as apresentações artísticas nos mais variados propósitos, formatos. As atividades da manhã e da tarde estão abertas ao público interessado. À noite, as apresentações artísticas, os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria da Funarte”.

Solange Borelli explica como surgiu a ideia do evento

“Dança à Deriva, que nasceu em 2012 e que já agregou aproximadamente 1,5 mil artistas ao longo dessas 12 edições, nasceu da ideia de criar redes de colaboração poéticas, políticas, afetivas, através desse encontro intenso, dessa imersão”.

A programação inclui também o 6º Fórum ENTRAMADAS, espaço de trocas entre artistas-gestores e coletivos da cena independente latino-americana.

O encontro conta com apoio do Programa Funarte Aberta, iniciativa do Ministério da Cultura para democratizar o acesso a espaços culturais. Os Ingressos variam entre R$ 15 e R$ 30 e estão disponíveis na bilheteria da Funarte.


Fonte: EBC Cultura

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Casa de Jorge Amado inaugura amanhã dois novos espaços de exposição

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Completando 38 anos de sua inauguração, a Fundação Casa de Jorge Amado inaugura nesta sexta-feira (12) dois novos espaços expositivos que celebram a trajetória e o legado da ialorixá e escritora Mãe Stella de Oxóssi e da escritora Zélia Gattai – companheira Jorge Amado e participante ativa criação da fundação.
 
Os dois novos espaços fazem parte do projeto de integração dos casarões 47, 49 e 51, localizados no Largo do Pelourinho, em Salvador.

A Casa Exu 47, espaço permanente que celebra o orixá Exu, escolhido por Amado como guardião da Casa, receberá itens que contam a história de Mãe Stella de Oxóssi, liderança candomblecista na Bahia falecida em 2018, e que completaria 100 anos em 2025.

Ela também esteve à frente do Ilê Axé Opô Afonjá e foi uma profunda disseminadora da cultura afro-brasileira, através de seu trabalho e dos vários livros que escreveu sobre o candomblé, intolerância religiosa, racismo, entre outros temas, chegando a ocupar uma cadeira na Academia de Letras da Bahia.  A Ialorixá também recebeu o título de Doutor Honoris Causa de universidades, entre elas a Federal e a Estadual da Bahia. 

Já a sala que homenageia Zélia Gattai traz fotos, manuscritos e objetos pessoais da escritora, memorialista e fotógrafa, além, claro, de sua produção literária.

O visitante poderá conhecer parte do arquivo fotográfico pertencente a ela, estimado em 21 mil negativos, que registrou cerca de 50 anos de história cultural e política, destacando personalidades que marcaram uma época.

Zélia ocupou a cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras em 2002; mesma vaga anteriormente ocupada por seu companheiro de vida, Jorge Amado. Ela escreveu cerca de 14 obras literárias, incluindo livros infantis, memórias e um romance, com destaque para sua estreia, o livro “Anarquistas, Graças a Deus”.

A Fundação Casa de Jorge Amado funciona de segunda a sexta-feira, de 10h às 18h, e aos sábados, de 10h às 16h. Nas quartas-feiras, a entrada é gratuita.

 


Fonte: EBC Cultura

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