Agricultura
Feliz Natal e um 2026 de superação e novos recordes!
Agricultura
Queridos amigos do campo, produtores, colunistas e parceiros de toda a família Pensar Agro,
Que o Natal traga luz, paz e fartura à mesa de cada um de vocês!
Nesta data tão especial, celebramos não só o nascimento do Menino Jesus, mas também a força indomável do agronegócio brasileiro que, mais uma vez em 2025, colocou o Brasil no topo do mundo.
Foi um ano de desafios épicos — choques geopolíticos, tarifas protecionistas, inflação apertando e tensões sanitárias testando nossa resiliência. Mas o agro respondeu com garra! Superamos obstáculos, diversificamos mercados, negociamos com astúcia política e confirmamos nossa liderança global em produção, exportações e sustentabilidade: mostramos musculatura técnica para virar o jogo e pavimentar o futuro.
Na Revista Pensar Agro, caminhamos para o encerramento de 2025 com números que nos enchem de orgulho: presença em 51 países e quase 12 mil acessos, consolidando-nos como referência no jornalismo agro.
Aqui no Portal Pensar Agro, com notícias atualizadas diariamente, celebramos o posicionamento do Google que nos aponta como um dos principais portais de notícias do setor.
Que 2026 venha com ainda mais vitórias, inovação e prosperidade para o campo brasileiro!
Agradeço a cada um de vocês por fazerem parte dessa história de sucesso.
Feliz Natal e um 2026 de superação e novos recordes!
Isan Rezende
Presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mto Grosso (Feagro-MT)
Fonte: Pensar Agro
Agricultura
Chuvas intensas elevam pressão da ferrugem asiática sobre a soja
Rondônia inicia 2026 com um ambiente produtivo que mistura sinais positivos de produtividade e alertas fitossanitários que podem pressionar margens e logística. A intensa sequência de chuvas em dezembro — com acumulados superiores a 400 mm em algumas regiões — dificultou aplicações de defensivos no período crítico de estabelecimento da soja e elevou o risco de disseminação da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), uma das doenças mais severas da cultura em termos de impacto sobre rendimento e custos.
No Brasil, a ferrugem asiática é considerada a principal ameaça sanitária à soja desde sua detecção no País em 2001, capaz de reduzir a produtividade em até 90% em lavouras severamente afetadas se não houver controle efetivo. O manejo da doença é complexo e contínuo, exigindo estratégias integradas que combinam monitoramento intensivo, aplicação de fungicidas e uso de cultivares com resistência parcial — medidas que, coletivamente, implicam gastos elevados de produção. Estimativas técnicas indicam que os custos com o controle da doença superam US$ 2 bilhões por safra no Brasil, considerando defensivos e perdas de produtividade.
Os dados mais recentes do Consórcio Antiferrugem apontam para mais de 144 ocorrências da doença no início da safra 2025/26, concentradas em estados como Paraná e Mato Grosso do Sul, e um crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ciclo anterior. Embora Rondônia não esteja entre os históricos de maior número de focos, as condições climáticas da última estação tornam a vigilância local mais crítica neste início de ano.
Impacto econômico
Do ponto de vista econômico, o avanço de doenças fúngicas como a ferrugem asiática se insere em um contexto de margens de lucro já apertadas no setor, em que custos produtivos, fertilizantes e defensivos pressionam a rentabilidade do produtor. Estudos técnicos mostram que, em situações de alta severidade, os prejuízos por hectare podem ultrapassar R$ 6 mil, caso a doença não seja manejada adequadamente — cifra que representa uma parcela substancial da renda bruta típica de uma lavoura de soja.
A logística, outro componente essencial da competitividade goiana e de outros estados, também preocupa. Em Rondônia, o início da operação de um novo pedágio na BR-364, principal corredor de escoamento da produção de soja e milho, tende a elevar os custos de frete justamente quando a safra começa a chegar aos mercados e terminais. Esse efeito é especialmente sensível em um ano em que a produção agrícola brasileira enfrenta um conjunto de desafios, incluindo custo de defensivos mais altos e flutuações nos preços internacionais.
Especialistas destacam que a coesão entre vigilância sanitária, manejo integrado de pragas e estratégia comercial será determinante para mitigar os efeitos da ferrugem asiática e manter o fluxo de grãos competitivo. A gestão da doença não é apenas técnica, mas econômica: envolve decisões de aplicação de fungicidas, uso de tecnologia de previsão de risco e logística para evitar perdas no campo e na cadeia de escoamento.
A ferrugem asiática é um caso paradigmático dos riscos que podem emergir da combinação de clima, fitossanidade e mercados. No Brasil, o fungo Phakopsora pachyrhizi é considerado a principal doença da soja em função de sua capacidade de adaptação e pela necessidade de aplicações frequentes de fungicidas. A doença — favorecida por condições de alta umidade e temperaturas moderadas — pode reduzir a capacidade fotossintética da planta e antecipar a queda de folhas, prejudicando a formação de grãos.
Em Rondônia, a conjugação de chuva intensa, operações logísticas em transformação e margens comprimidas coloca em evidência a necessidade de gestão de risco robusta no campo e de políticas públicas que apoiem a mitigação de impactos de doenças e custos de escoamento. O desempenho do estado na safra 2025/26 pode ser um indicador importante de como regiões fora dos grandes polos tradicionais de soja estão se adaptando a desafios fitossanitários e econômicos no agronegócio brasileiro.
Fonte: Pensar Agro
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